sexta-feira, 17 de novembro de 2017

ESCOLA DO AREAL RECEBE PROJETO “DROGAS: CAMINHO PARA O ABISMO”

Jorge Cardoso, do Rotary Club Oeste, falou sobre o que o vício pode causar.


A Escola Municipal Afonso Vizeu, no bairro Areal, recebeu nessa segunda-feira (13) o projeto “Drogas: Caminho para o abismo”, uma parceria do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) com o Rotary Club Pelotas Oeste, tendo o apoio do grupo Amor Exigente Fênix, e visa levar até as escolas do município ações preventivas de combate ao uso de drogas.

No encontro dessa semana, participaram a Gestora do CEJUSC, Marília Gonçalves, além dos representantes do Rotary Club Pelotas Oeste, Jorge Cardoso, João Paulo Garcia e Jorge Almeida, que falaram sobre os problemas enfrentados pelos usuários de drogas, além da dificuldade de conseguir se reinserir novamente no meio social após se livrar do vício. Ainda, foi exibido uma video aos alunos, mostrando depoimentos de pessoas que enfrentaram o vício e conseguiram se curar dele, com o apoio especializado e de suas famílias, e relatam hoje o quanto perderam por terem cedido a esse mal.

Também participaram do encontro as representantes do Amor Exigente Fênix, Vera Regina e Maria Heloísa, que complementou o assunto finalizando com sugestões para o melhor convívio em sociedade, com melhores maneiras para agir nos relacionamentos pessoais e manter a empatia, feito através de uma dinâmica de grupo.

Vera, do grupo Amor Exigente Fênix, realizou uma dinâmica com os alunos.

Os alunos receberam balões para participar da dinâmica.

O PROJETO

A Campanha contra as drogas já atingiu mais de 2000 jovens, sendo composta por folders, banners, vídeos, palestras e oficinas, que visam esclarecer a comunidade sobre os malefícios causados pelas drogas e orientar sobre condutas de prevenção e de tratamento ao uso de drogas, circulando por todas as Escolas e grupos sociais da Comarca de Pelotas que manifestarem interesse para a Secretaria Municipal de Educação e Desporto (SMED).

FORO PROMOVE REUNIÃO DE SUPERVISÃO AOS NOVOS FACILITADORES EM JUSTIÇA RESTAURATIVA

Facilitadoras tiveram momento de integração no encontro.


Na tarde da última terça-feira (7), mais um encontro dos novos facilitadores em justiça restaurativa foi realizado no Foro de Pelotas, objetivando verificar o andamento dos trabalhos nas escolas do município. Esses facilitadores fazem parte da nova turma de formada pela parceria entre Poder Judiciário e Prefeitura de Pelotas, com o objetivo de atuar nas escolas cidade, através de círculos de construção da paz para a solução de conflitos escolares.

A facilitadora Jussara Cruz falou sobre a experiência com a aplicação dos círculos restaurativos na Escola Jornalista Deogar Soares, onde é acompanhada pela colega Giane Grupelli. Contou que os círculos foram aplicados nos meses de setembro e outubro, sendo com os professores e alunos, respectivamente, com o objetivo de fortalecer os vínculos entre todos. Nessa experiência, foi possível observar o crescimento de cada um, que passavam a observar o comportamento dos colegas, chamando a atenção para ações que fugissem as regras dos círculos. Ainda, Jussara também aplicou a metodologia com os colegas da Secretaria Municipal de Educação, com o ideal de aproximar os setores.

Nesse encontro, que reuniu cerca de 10 facilitadoras, foi desenvolvido um círculo reflexivo com os presentes, onde a proposta foi de que cada um explanasse sobre as características que considera importantes para um bom facilitador. O círculo foi aplicado pelas educadoras Aline Batiste, Jussara Cruz e Perpétua Pinto, que levaram para o círculo uma “borboleta” como “objeto da palavra”, simbolizando a liberdade de expressão.


Os encontros são realizados mensalmente, no Foro de Pelotas, com a supervisão de representantes do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC), que participam junto as facilitadoras, escutando e esclarecendo dúvidas que possam surgir sobre o método. O próximo encontro ocorre no mês de dezembro.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

ESCOLA DO AREAL RECEBE O PROJETO “EDUCAÇÃO PARA A PAZ”

Nessa segunda-feira (6) a Escola Municipal Afonso Vizeu, localizada no bairro Areal, recebeu representantes do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) para uma conversa sobre como podemos colaborar para a construção da paz dentro do ambiente escolar. Participaram da conversa cerca de 30 alunos do 6º ano do Ensino Fundamental.

Estiveram presentes a Facilitadora de Justiça Restaurativa, Ana Paula Henrique, a Assistente Social Giziane Fonseca e a Gestora do CEJUSC, Marília Gonçalves, que falaram sobre ações importantes para que exista a paz entre professores e alunos, além da necessidade do respeito e dos bons valores para que a educação possa fazer o seu papel na vida do indivíduo, garantindo que esse tenha um futuro promissor.

Ana Paula falou sobre ações para estimular a paz no ambiente escolar.

A primeira a conversar com os alunos foi a facilitadora Ana Paula, chamando a atenção para o fato de que a educação precisa vir de dentro das famílias, e não ser uma obrigação da escola, para onde a criança vai para receber o conhecimento transmitido pelos professores. Disse que “as famílias precisam se comunicar mais em seus lares, com respeito e educação”, completando sua fala. Comentou também da importância de saberem desde agora o que desejam ser no futuro, pois essa é uma escolha que vai sendo construida em cada ação do dia a dia.

Ainda, para mostrar aos alunos um outro viés da solução de conflitos, a Assistente Social da Justiça Terapêutica do Foro, Giziane, comentou sobre os casos que não seguem o caminho da paz e, que vão parar em seu setor, onde são aplicadas penas como serviço comunitário, onde os condenados prestam esse serviço de forma gratuita para sanar suas pendências judiciais. Esclareceu a importância de evitar ao máximo que conflitos e discussões tomem proporções em que o judiciário precise ser acionado, quando o problema deixa de ser tratado com o diálogo e vira um processo judicial.

No encontro ainda foi apresentado um vídeo que falava sobre o que sonhamos ser depois de adultos, e solicitado que os próprios fizessem desenhos ou redações sobre tudo que havia sido apresentado, gerando grande surpresas.

A Assistente Social Giziane falou sobre a justiça terapêutica e a importância do diálogo.

O PROJETO


O tema, abordado nos encontros do projeto “Educação para a Paz”, é a mediação de conflitos dentro do ambiente escolar e, como é possível solucionar casos de agressividade e falta de respeito mantendo um diálogo aberto entre alunos, professores e gestores das escolas. Esse tema está dentro do foco da campanha, que já atingiu cerca de 9 mil alunos do município, e que visa promover a cultura da paz e a conscientização da comunidade para a importância do diálogo como maneira de promoção do entendimento, pacificação social e facilitação do acesso da população à justiça e a resolução de conflitos por meio da conciliação e mediação.